Entendido. Como estamos em janeiro de 2026, ajustarei o texto para refletir o momento presente: a exposição está em sua reta final.
Aqui está o artigo atualizado para a Revista Creator, focado na urgência da visitação e no legado da mostra, sem mencionar o ano anterior como uma data futura.
Últimas semanas: “Histórias da ecologia” no MASP encerra temporada em fevereiro
Com visitação até 1º de fevereiro, a exposição reúne 116 artistas para repensar a conexão entre humanidade e planeta.
Prévia: Aclamada como uma das mostras mais importantes do MASP, “Histórias da ecologia” entra em seus últimos dias de exibição. Se você ainda não conferiu, esta é a oportunidade final para mergulhar nas obras de 116 artistas que desafiam a visão tradicional de natureza. A exposição fica em cartaz apenas até o dia 1º de fevereiro.
Neste artigo você vai ler sobre:
- Reta Final: Última Chance para Visitar
- O Conceito: Por que “Ecologia” e não “Natureza”?
- A Força das Vozes do Sul Global
- Um Legado de Sustentabilidade no MASP
Reta Final: Última Chance para Visitar
O público tem apenas até o dia 1º de fevereiro para conferir a oitava edição da série de histórias plurais do MASP. “Histórias da ecologia” ocupa as galerias do museu com uma abordagem urgente e necessária, consolidando-se como um marco na programação cultural recente.
A mostra, que atravessa cinco núcleos narrativos (do sexto ao segundo andar do edifício), convida o visitante a uma jornada imersiva que transita entre saberes geológicos, espirituais e políticos, propondo novas formas de habitar o mundo.
O Conceito: Por que “Ecologia” e não “Natureza”?
Um dos grandes diferenciais desta curadoria, assinada por André Mesquita e Isabella Rjeille, é a escolha deliberada do termo “ecologia”. A exposição afasta a ideia de natureza como algo passivo ou externo à sociedade.
Ao percorrer os núcleos — como Teia da vida e Habitar o clima —, o visitante percebe a ecologia como uma trama complexa de relações. A mostra questiona dicotomias antigas e apresenta a convivência entre humanos e “mais-que-humanos” (animais, plantas, rios e montanhas) como um campo de forças em constante transformação.
A Força das Vozes do Sul Global
Reunindo 116 artistas, a exposição destaca a potência criativa do chamado Sul Global, estabelecendo também alianças solidárias com o Norte. As obras não apenas documentam a crise climática, mas escavam suas raízes históricas, abordando temas como colonialismo e racismo ambiental.
Entre os destaques que o público ainda pode conferir estão trabalhos de nomes históricos como Lygia Clark e Frans Krajcberg, ao lado de vozes contemporâneas e coletivos sociais, como o Movimento dos Atingidos por Barragens e artistas indígenas como Jaider Esbell.
Um Legado de Sustentabilidade no MASP
Mais do que uma exposição temporária, “Histórias da ecologia” reflete uma mudança institucional profunda. O MASP tem implementado ações concretas de descarbonização e gestão de resíduos. O próprio edifício Pietro Maria Bardi, palco da mostra, incorpora soluções que conquistaram a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).
Visitar a exposição nestes últimos dias é também prestigiar uma instituição que assumiu a sustentabilidade como prática diária, transformando o museu em um espaço de responsabilidade coletiva.
Serviço:
- Exposição: Histórias da ecologia
- Até quando: 1º de fevereiro (domingo)
- Local: Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)
- Endereço: Av. Paulista, 1578 – São Paulo/SP
Não perca os últimos dias desta exposição transformadora. Continue acompanhando a Revista Creator para as próximas novidades da agenda cultural.
